"O ontem não existe mais. O amanhã ainda não existe. Você só tem o hoje. Este é o dia em que Deus age." (Max Lucado)
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"O amor vem com a maturidade emocional. É preciso estar preparado para a chegada dele, por isso eu disse que é preciso se apaixonar muito para amar. O amor é bem diferente. Ele não causa transtornos psicológicos. A paixão é a escola para o amor. Mas com o amor vivemos estudando. E essa é a grande graça da vida: nunca deixarmos de aprender." — Clarissa Corrêa.
"E existem aquelas pessoas que por mais distantes que estejam, ainda continuam perto. Aquelas que, passe o tempo que passar, serão sempre lembradas por algo que fizeram, falaram, mostraram, pelo que nos fizeram sentir. É isso… As pessoas são lembradas pelos sentimentos que despertaram em nós… E quanto maior o sentimento, maior se torna a pessoa." — Caio Fernando Abreu.
"O começo da ansiedade é o fim da fé." — George Müller. (via genesis4-7)
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Já fui bemmm mais, mas ainda sou sim! *.*

"As pessoas ficam juntas porque têm vontade, porque têm uma ligação maior que tudo. Eu quero que a gente não se perca. E que você entenda que eu estou aqui, até o último dia da minha vida." — Clarissa Corrêa.
"Não pedimos mais desculpas, não sentimos a necessidade de dar uma satisfação. Dormimos juntos. Acordamos separados. Nunca mais vamos nos encontrar. Postamos no Instagram a frase “mais amor por favor”, mas não exercemos essa condição." — Denise Molinaro.
"Você precisa parar de perder tempo esperando por declarações de amor Hollywoodianas e aí então começará a entender as inúmeras ações simples que demonstram o quanto eu sou completamente maluco por você." — Ricardo Coiro.
Minha Forma de Dizer Eu Te Amo

“Eu te amo.” É isso que deseja ouvir? Então repito: “Eu te amo!” Está contente agora? Se quiser eu grito na frente de todo o pessoal do escritório, quer? “EU TE AMO!” Mais alto? “EU TE AMO, PORRA!”

É isso que espera de mim? Um homem incapaz de desligar o telefone sem dizer “Eu também te amo”.  Acha que amar é isso? Pensa que não há prova de amor maior do que essas míseras palavrinhas repetidas até a exaustão de sentido? Desculpe a demasiada sinceridade, mas você precisa prestar mais atenção nos meus atos, perceber que me calo só para respeitar sua ânsia de falar, reparar que meus olhos estão sempre focados nas curvas do seu corpo, enxergar o quanto eu sofro quando você chora e notar a força que faço para segurar as lágrimas enquanto você sente dor.

Você precisa parar de perder tempo esperando por declarações de amor Hollywoodianas e aí então começará a entender as inúmeras ações simples que demonstram o quanto eu sou completamente maluco por você.

Só assim valorizará a paciência que tive quando você estava totalmente possuída pelo espírito maligno da TPM e injustamente me acusou de ser a causa de todos os problemas existentes na humanidade.

Para saber o que realmente sinto, você precisa relembrar dos dias que me pintei de palhaço só para tentar te alegrar, enquanto todo o mundo parecia não ter a menor graça – mesmo não sendo comediante, tomei muitas tortadas na cara pra conseguir uma gargalhada sua. Será que não percebe?

Você precisa saber que visto o avental de cozinheiro só pelo imenso prazer de te ver sorrindo satisfeita. Torço calado para acertar de novo o prato do risoto que aprendi a fazer somente para te agradar. Eu não gosto de cozinhar. Quando estou sozinho em casa, prefiro comer comida velha ou pedir pizza, mas só por você meto a mão na massa, na farinha e até  no fogo se precisar.

Você precisa entender que só por você eu tenho forças para enfrentar meus medos, para então ser capaz de manter minha mão firme, controlar meus tremores e com isso, te transmitir a coragem necessária para que você possa atravessar as mais violentas turbulências.

Eu carrego as suas malas, sinto no meu peito as suas dores, dirijo de madrugada enquanto dorme tranquila e sonha no banco de passageiros, espero horas até você decidir seu vestido, no restaurante te dou meu prato quando não gosta do seu, enfim, faço tudo isso para perceber o quanto eu te amo, mesmo quando eu não digo nada.

Por isso minha ilustre leitora, se você é uma daquelas mulheres que não desliga o telefone enquanto não ouve o famoso “eu te amo”, informo que você está totalmente vulnerável as mais simples técnicas de manipulação verbal, pois qualquer canalha com barba por fazer, robô programado para fingir e papagaio treinado para repetir, poderá facilmente desferir essas palavrinhas mágicas e potencialmente afrouxadoras de sutiãs. Quer saber mesmo o que eu acho? O “eu te amo” é mera formalidade, é apenas uma expressão opcional e até dispensável em um relacionamento no qual o amor é verdadeiramente provado através da compreensão, do compartilhamento e até do silêncio.

Talvez o segredo esteja mesmo em não procurar homens capazes de dizer “eu te amo” em várias línguas, mas buscar os machos que consigam dizer essa mesma expressão sem precisar abrir a boca.

Mais amor, menos barganha.

Alguém muito, mas muito entendedor dos assuntos do coração, ou que pelo menos acredito que já passou por uns bons bocados nessa vida, disse por aí que amor é um ato de fé. Não estou falando de santos, orações, imagens ou lendas, estou falando de fé de verdade. Aquela que lá no fundinho da nossa alma acredita, sonha, cruza os dedos, joga a moeda, que ainda segue otimista mesmo com todos os percalços que aparecem pelo caminho. Fé de gente. Inconsciente, inconsequente, subjugada. Fé de quem ainda nem descobriu o significado desta palavra no meio da travessia. Acho que a gente anda tão acostumado com a frieza e a distância cada dia maior das relações interpessoais, que se esquece de que tudo na vida, principalmente o amor, é uma escolha. Barganhar retorno de um sentimento que deveria ser fornecido de graça é perder a fé em si mesmo, no seu potencial dentro de um relacionamento e no amor em si, que ó, tem que vir por merecimento não por obrigação.

Mania feia que a gente tem de barganhar. Na maioria das vezes são coisas bobas, mínimas, como de quem é a vez de fazer o jantar, quem liga primeiro depois de um encontro, quem busca quem para sair. Coisas que seriam facilmente resolvidas com um pingo de desapego. Infelizmente, a mídia, as redes sociais, a revista da fila de espera do dentista, a novela das 8 e o programa de rádio, pregam uma “verdade absoluta” de que as pessoas tem que se fazer de difíceis, que a outra metade tem que correr atrás para demonstrar seu valor, que pessoas que adiantam o primeiro passo têm caráter duvidoso e mais um bilhão de baboseiras que muitos tomam para si, tornando isso regra total e irrestrita de vida. O resultado são relacionamentos turbulentos, romances unilaterais, carência, descaso e ao invés de se afastarem definitivamente, vão de encontro direto a tão temerosa solidão.

Amor não é barganha. Você não liga só porque ela ligou, você não vai até ele só porque da última vez foi o contrário, você não espera para dizer que gosta só pra não parecer vulnerável. Você faz o que seu coração tem vontade, única e exclusivamente, porque assim você deseja. E só. A gente não pode fazer muita coisa pela reciprocidade do outro, mas pela nossa a gente pode e deve sim, fazer tudo que traz paz para o nosso coração. Se todo mundo soubesse o tempo de carinho, cuidado e afeto que se perde barganhando minúcias dentro de um relacionamento as pessoas abraçariam mais o livre arbítrio e arcariam de mente aberta e essência tranquila, com as consequências de suas próprias escolhas. Se não está disposto a correr riscos não desafie o outro para jogar. A gente pode cair sim, se machucar sim, literalmente ganhar um tapa na cara do universo sim, cada vez que resolve alimentar um sentimento abstrato como o amor. Mas mergulhar pela metade numa jornada que te pede inteira, só gera frustração e carência.

Amor é um ato de fé. Ou você doa de graça, de bom grado, de coração e alma lavados para o outro ou, com o perdão da palavra, você não tem merecimento para viver o sentimento de forma plena. Claro que tudo que a gente precisa de uma pessoa que nosso coração escolheu se apaixonar é o mínimo de retorno. Mas não dá pra barganhar uma troca. A gente abre portas e janelas na esperança de que o outro venha com as flores e as cortinas. Se vier ótimo, deixe os passarinhos entrarem. Se não vier, isso não deve ser motivo para não decorar sua morada. Feliz é quem aceita que o amor começa dentro da gente. Sem criar expectativas, sem cobrar desnecessariamente, sem fazer “mimimi” por um mero ponto equivocado dentro de um parágrafo recheado de pequenas delicadezas.

A melhor metade do amor a gente demonstra justamente na hora que “falha” a reciprocidade do outro. Se ele estiver muito cansado para sair vá até ele, se ela estiver indisposta em fazer o jantar tome as rédeas e peça um sanduíche, se ele não te ligou depois do primeiro encontro honre seu poder de escolha, sua autossuficiência e seu batom vermelho escarlate e faça o contato. Discernimento para diferenciar indiferença de descuido. Coragem para guardar o ego, o apego e aquela vontade tentadora de “chegar em primeiro lugar”, em um cantinho bem escondido da nossa alma. E muita fé, para acreditar que onde a gente deposita nossa vivência alguém transformará nossa prece em disponibilidade, respeito e merecimento. Assim seja.

"Tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna. Como se seu estado natural fosse constantemente esse, quase sorrindo, olhando para outro lugar que não era aqui. Onde as coisas fossem diferentes, boas de serem vividas." — Caio Fernando Abreu.